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COLUNA: BALEIA
Baleia


20/12/2007 - Quinta-Feira
PRATO DA ÉPOCA
 
Essa é a nossa coluna da semana do natal. E o natal sempre nos trás boas lembranças ou inspirações. Um clima de festa e sempre uma bela ceia. E o prato que sempre nos vem a cabeça nesta ceia é o peru. Mais tem gente que lembra de pernil ou do leitão a pururuca. Mas no cirquinho do Verme Ecclestone, a F1, o prato do natal foi uma grande pizza. Pois foi essa maneira que foi encerrada a novela da espionagem, que envolveu as equipes Ferrari e Mc Larem. Pois o presidente da FIA, Max Mosley, mero free lancer do Verme, insinuou que o conselho mundial deveria deixar de lado a questão da espionagem mesmo tendo constatado que o carro de 2008 da Mc Larem tinha algumas evidencias que alguns itens para não falar em muitos, que eram simplesmente copiados do carro dos italianos.

E ai os ingleses simplesmente admitiram que alguns itens do carro de 2008 eram realmente copiados dos papeis que foram ilegalmente parar nas mãos dos ingleses. E pediram desculpas a tudo mundo. A Ferrari a FIA, a toda comunidade da F1 e até aos fãs. E bastou esse pedido de desculpas para que a máfia que rege a F1, para que tudo fosse esquecido. A FIA paralisou, ou melhor, dizendo extinguiu o processo contra a Mc Larem e certamente vai liberar o carro de 2008 dos ingleses mesmo sendo uma copia da Ferrari. O que rolou por traz de tudo isso nunca saberemos. Mais da até para pensar que os títulos de 2007 tanto de construtores quanto de piloto estiveram nessa negociata. Para aliviar a pena da Mc Larem os italianos exigiram tudo em 2007. E levaram. Uma senhora e grande pizza.

Pense bem, os carros da Mc Larem em 2006 não ganharam nenhuma prova. Estavam sem o mestre Adrean Newew. E ao chegar à primeira prova de 2007 eles estavam bem na frente dos carros da Renault, que foi a campeã de 2006 e bem próximos dos carros da Ferrari. Nessa primeira etapa de 2007 os italianos estavam utilizando um carro fora do regulamento, pois possuía um assoalho fora dos parâmetros. E no fim desta primeira etapa, Ron Dennis e sua equipe apresentaram um protesto indicando que os carros italianos estavam usando este artifício. Um artifício muito difícil de ser constatado. E só com informações de dentro da equipe italiana, poderia ter vazado. Depois dessa os italianos ficaram de olho. Mais acharam nada. Só em Mônaco é que conseguiram uma imagem de do espião colocando um pó branco dentro do recipiente que armazenava o combustível da equipe.

Mais o grande herói dessas historia toda, foi um simples funcionário de uma loja que faz copias que nos aqui chamamos de Xérox. Um trabalhador inglês e fã da Ferrari salvou a equipe com uma informação que foi a chave de tudo. Se esse funcionário não se comunicasse com os italianos ao estranhar tantas copias de documentos oficias de Maranello, o resultado do mundial de 2007 poderia ser outro. E grande capo da Ferrari, Luca de Montezemollo, achou que esse individuo merecia mais atenção e o presenteou com uma visita a fabrica da Ferrari com todas as despesas pagas. Mas acho que ele deveria ganhar uma Enzo, como premio e uma 440 todo ano, como reconhecimento.

E por falar em personagens extra pista, dias atrás, o alemão, Michael, estava indo para um aeroporto e estava atrasado. Ele sua família ocupavam um táxi. Ao perceber que na toada em que estavam, perderia o vôo, o ex-piloto, não se fez de bobo, pediu ao motorista o volante do carro. No que foi prontamente atendido. O alemão não perdeu o vôo, pois rápido e chegou no horário. |O taxista ao contar a historia ganhou certa chama nos diários locais e depois na mídia mundial. As autoridades locais, logo tentaram achar uma maneira de punir o ex-piloto. Mais quem se deu bem mesmo foi o taxista. Pois teve uma oferta de três vezes maior que o valor real de seu carro só porque o alemão o dirigiu em alta velocidade. Em tempo o alemão estava pegando o vôo para compram um filhote de carro na Alemanha. Por falar no alemão, ele tem um salário de 35 milhões de euros ate 2010 de antigos patrocinadores. Etá vida difícil desse alemão.

O brasileiro João Paulo Oliveira foi eleito pela Associação Japonesa de Esportes Profissionais como o melhor estreante da temporada 2007 do esporte japonês, que envolve todos os tipos de competições ligadas à entidade. O piloto acabou em oitavo lugar no campeonato da Fórmula Nippon. Esse é exemplo típico do bom piloto que não é filho de alguém rico ou com nome de tradição no automobilismo, que é um senhor piloto e que nunca deve chegar ao universo da F1. O cara toca muito. Já foi campeão na F 3 alemã e por todas as categorias que disputou sempre foi a referencia. Só que nunca teve alguém de peso ou com dinheiro para impulsionar sua carreira. Há se ele fosse filho de um tricampeão! O Lewis Hamilton estaria em maus lençóis. Por falar em Hamilton, o inglesinho teve sua carteira suspensa na França. Ele foi pego a cerca de 190 Km/s por hora numa pequena estrada.



Ótimo natal a todos!
 
 
   
 

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