Segundo o presidente do Tupi, Ãureo Fortuna, agora o processo passa para a parte burocrática. "As propostas chegaram ao valor que nós querÃamos e aprovamos. Os compradores são uma entidade religiosa e uma empresa que tem concessionárias de automóveis. Agora, começa o processo de formalização do negócio, no qual cada parte vai estudar e elaborar os contratos para a assinatura", explica o dirigente.
O presidente do conselho deliberativo do clube, Ademar Herdy, falou sobre o processo de venda do terreno. "Tivemos alguma resistência, normal a meu ver. Mas, nas três votações realizadas, o negócio foi aprovado por unanimidade pelo conselho. Está tudo dentro do estatuto. Não há outra saÃda para a recuperação do clube. Temos que cortar nossa própria carne", considera.