Buscar notícia:
Principal   Seções   Campeonatos   CBJD   Colunas   Clubes   Vídeos   Institucional   Programação   Cadastre-se   Contato
 
 
SEÇÃO: Secret. de Esportes
Jogador americano é encontrado morto em Goiás, confirma delegado
19/11/2007 - 08:30 hs
Jogador de Basquete é morto em Goiás
 
O jogador americano de basquete Tony Lee Harris (foto), que jogava na equipe do Universo, em Brasília, foi encontrado morto neste domingo (18) em Formosa, em Goiás, a 70 quilômetros ao Norte de Brasília. Ele estava desaparecido desde o dia 4 de novembro. O atleta veio dos Estados Unidos para jogar no país.



O superintendente de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública de Goiás, delegado Odair Soares, informou ao G1 que o corpo foi achado no final da tarde deste domingo por um policial civil de Goiás. O jogador americano foi encontrando em um matagal e estava com o próprio cadarço do tênis enrolado no pescoço, mas a polícia não descarta a possibilidade de assassinato.



Odair Soares disse que a área onde o corpo foi encontrado está isolada aguardando a chegada da perícia. Dois familiares do jogador chegaram neste domingo à tarde a Brasília. Eles teriam um encontro nesta segunda-feira (19) com funcionários da embaixada dos Estados Unidos para pedir agilidade nas buscas.

Após uma partida em Brasília no dia 3, o jogador estava decidido a ir a Salvador. Depois de tentar pegar um avião para a capital baiana, tomou um ônibus até Goiânia, onde embarcou em um táxi com destino a Salvador.

Quando o taxista parou para abastecer, ele desceu na cidade de Bezerra, a 20 quilômetros de Formosa, e desapareceu. O jogador optou por viajar de táxi porque, ao tentar embarcar no aeroporto foi pedido o passaporte, que estava com a direção do Universo.

De acordo com as pessoas que conviveram com o atleta, ele apresentava um comportamento estranho: falava coisas desconexas e chorava muito. O supervisor de basquete do Universo, Ricardo Oliveira, afirmou ao G1, no dia 9 deste mês, que Harris chegou a ir ao hotel no sábado.



“No domingo, ficamos esperando ele para jogar, mas ele não apareceu. Já não sabíamos mais onde ele estavaâ€, diz. “Ele estava meio perturbado, parecia que estava com síndrome de perseguição. Agia de forma estranha.â€




 
Fonte: www.globoesporte.com
 
 

Colunas
 
 
Coluna do TICHA
 
TOQUE DE PRIMEIRA
Veja todas as colunas deste colunista.
 
 
Coluna do TICHA
 
TOQUE DE PRIMEIRA
Veja todas as colunas deste colunista.
 
 
Coluna do BALEIA
 
Dakar – Terceira fase
Veja todas as colunas deste colunista.