A Fifa quer ver a Copa de 2014 com dez sedes. O Brasil, que organizará a competição, deseja contar com 12, o mesmo número do Mundial de 2006, na Alemanha. E empresas dispostas a investir no torneio já falam em um campeonato com 18 cidades-sedes.
"Dois terços dos investimentos vão ser privados. Então, a empresa não vai investir em uma cidade se não tiver certeza que ela será sede. Se for uma obra pública e de interesse da cidade, será útil mesmo sem jogos da Copa do Mundo", conclui Simão.
Para o presidente da Cbic, mesmo que não seja escolhida como sede para a Copa de 2014, a cidade pode servir de base das seleções na fase de preparação. "Dinheiro há. E impressionante a quantidade de recursos disponÃveis para investimento na Copa do Mundo", declara.
Faltando sete anos para o inÃcio da Copa do Mundo, Simão acredita que o Brasil cumprirá os prazos exigidos pela Fifa para receber a competição em 2014. "É muito pouco (tempo de preparação), mas, com um belo planejamento, dá pra fazer", ressalta.
Em contrapartida, há quem veja a necessidades de poucas sedes para a Copa do Mundo de 2014, como Ralph Lima Terra, vice-presidente executivo da Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib), que pede foco em 12 cidades.