A gota d'água teria sido o GP dos EUA de 2005, quando apenas seis carros largaram e, mesmo assim, o brasileiro foi orientado a reduzir a velocidade para deixar o alemão Michael Schumacher chegar e ultrapassar.
"O time me pediu que diminuÃsse meu ritmo para que Michael pudesse chegar mais perto e me passar. Nesse momento, eu sabia que tinha chegado minha hora de sair. A corrida nos EUA foi crucial", comentou.
Barrichello ainda falou sobre como era a situação dentro da equipe. "Quando assinei o contrato, não havia nada que indicava que os pilotos seriam tratados de forma distinta. Freqüentemente eu ficava bravo porque todo mundo dizia que não havia diferenças entre os pilotos, mas a batalha não era igual", concluiu