"Só de pensar que poderei, de verdade, competir no Pan, fico ansiosa. É como se uma bola cheia de alegria crescesse aqui dentro e fosse explodir a qualquer hora", contou a esgrimista, em entrevista ao jornal Estado de S.Paulo.
"Vim para o Brasil em 1995, com 6 anos. Comecei a competir porque meu pai dava aula na Federação Paulista. Depois, ele abriu a Academia Paulista de Esgrima", acrescentou.